Jogou quase sempre de verde e branco ao longo da sua carreira, e foi exactamente em clubes com essas características visuais que conseguiu marcar golos (Setubal, Sporting e Celtic) parecendo ter um certo complexo quando jogou noutros clubes.Chegou ao Benfica numa época em que a confusão e o descalabro eram evidentes, onde, apesar de continuar a ser "o Benfica", o clube era gerido como uma qualquer colectividade amadora.
A sua forma fisica também nunca ajudou e cedo se percebeu que Cadete não era mais que uma caricatura daquilo que já tinha sido, por outro lado e apesar de uma época com muitos golos na Escócia (33 golos em 41 jogos em 1996/97), apanhou no clube um treinador escocês que não o conhecia de lado nenhum (até para os escoceses o campeonato escocês deve ser chato), e que nunca lhe deu grandes oportunidades, na realidade, em um ano de clube (estreou-se em Janeiro de 99 e despediu-se em Dezembro de 99) apenas três golos (Beto marcou quase tantos na própria baliza como o Jorge na baliza certa) contra Rio Ave, Campomaiorense e Chaves, tendo realizado apenas 7 jogos como titular (5 para o campeonato).
Saiu, por empréstimo no mercado de Dezembro, para o futebol inglês rumo ao Bradford City, para na época seguinte ser emprestado ao Estrela da Amadora. Definitivamente desvinculado do Benfica, regressou á Escócia, ao Patrick Thistle, para terminar depois ingressar no Pinhalnovense e finalmente no São Marcos. Jogou também no Brescia, no Celta de Vigo e claro no Celtic de Glasgow. Participou em reality shows, inaugurou uma escola de futebol.
Esteve no Euro 96 (1J 0G).
Ah e já agora, Cadete também marcou ao Benfica, um golo pelo Setúbal, um golo pelo Sporting (3-6).






























