terça-feira, dezembro 18, 2007

2000/01 - Alejandro Escalona - 11J 0G

Foi, talvez, o pontapé á baliza mais caro da história do Benfica, e mais grave que isso foi um pontapé de trivela e na pré-época diante do fortíssimo Linfeld (imagem á esquerda). De resto currículo impressionante... em termos disciplinares em 11 jogos, 7 Amarelos e 2 expulsões, já para não falar do caso dos passaportes falsos.

Consegue ser um dos poucos flops a completar uma época no Benfica, e por aí se pode aferir do "barrete" que mais uma vez o Clube conseguiu enfiar. Escalona em 40 jogos oficiais, conseguiu realizar apenas 11, sendo que, só foi utilizado por Heynckes (1 jogo) e Toni (10 Jogos).

Até ao escândalo dos passaportes falsos, conseguiu arrastar-se pela Luz sem nunca demonstrar nada de bom, conseguiu provar apenas que, ainda assim, Diogo Luís conseguia ser muitissimo superior em todos os aspectos ao Chileno, mas parece que só Mourinho conseguiu perceber isso.


Internacional Chileno, proveniente do Torino (onde não deu muito uso ao seu passaporte), deixou de ser opção para a sua selecção, a partir do momento em que se descobriu que o seu passaporte italiano não era válido (por outras palavras tinha tantos antepassados italianos como eu tenho antepassados suecos), acabando também por levá-lo a abandonar a Luz com destino ao River Plate, onde fez companhia ao grande
Ricardo Rojas, depois regressou ao Chile (Everton do Chile), foi para o Brasil, ingressando no Grèmio de Porto Alegre, e depois passagem muito fugaz pelo Nautico, regressando ao Chile e ao Everton, onde é companheiro de equipa de Uribe.

domingo, dezembro 02, 2007

2000/01 - Ivan Dudic - 24J 0G

Hoje em dia, Ivan Dudic é, quase unanimemente, reconhecido como um dos piores jogadores que passou pelo Benfica nas últimas decadas, estou no entanto convencido de que se Mourinho não tem saído como saiu a meio da época 2000/01, este seria hoje recordado de forma diferente. Aparentemente Mourinho apostava nele (também porque não tinha mais ninguém para o lugar), utilizando-o em 5 dos 11 jogos que comandou o Benfica, mas sobretudo Dudic fazia parte daquele que começava a ser o onze base de um Benfica em crescendo (culminando aqui), que caíria a pique até ao desastroso final (6º lugar, derrota em alvalade 0-3, com Alverca 0-2, com Gil Vicente 0-3, empate com Salgueiros 1-1 e com o Desp. das Aves 4-4).
Em apenas uma época Dudic (esteve várias épocas ligado contratualmente ao clube, mas entre empréstimos e presenças na equipa B), teve 3 treinadores, Jupp Heynckes (3 jogos), Mourinho (5 jogos) e Toni (16 jogos).




Fica também um desentendimento com Van Hooijdonk (a propósito, jogador extraordinário) durante um jogo com o Alverca, que levou Toni, a perder (0-1) ao intervalo, a deixar o holandês no balneário... derrota por 0-2... golos de Rui Borges e... Ivan Dudic na própria baliza!!



Internacional pela Jugoslávia, com presença no Euro 2000, foi contratado pelo Benfica por indicação de Zoran Filipovic, que no entanto sempre foi avisando "Aguenta bem os 90 minutos sempre a atacar e a defender. Creio que faz bem as duas funções. Não é fácil, contudo, entrar nesta altura num clube como o Benfica. Aquela camisola pesa." Confirma-se.
Demonstrou sempre enormes dificuldades em se impor na equipa benfiquista, fraco a defender, e, sobretudo, demonstrando uma incapacidade gritante em lidar com a pressão de jogar no Estádio da Luz. Em resumo, não era rápido, não era agressivo, não era bom a defender, não esteve muito tempo na Luz.


Ainda como jogador do Benfica, foi emprestado ao Estrela Vermelha, e ao FK Rad Belgrado, esteve na equipa B Benfiquista, antes de ser definitivamente dispensado ingressando no Mons, depois FK Bezanija, Zalaegerszegi da Hungria, joga actualmente no Újpest FC também da Hungria.

sexta-feira, novembro 16, 2007

1999/01 - Ricardo Rojas - 42J 0G

Jupp Heynckes foi o responsável pela contratação deste Argentino naturalizado Paraguaio. De facto Heynckes entrou na história do Benfica, á sua conta tivemos momentos desastrosos e muitas contratações desastradas. A sua (de Rojas) aventura na Luz começou nos Açores contra o Santa Clara, em vitória clara por 3-0, mas de facto, os momentos de felicidade com Rojas foram bem menores do que os de desespero. Rojas foi, por exemplo, defesa direito na derrota na Luz 2-3 com o Belenenses do "foleiro" Fernando Mendes, Rojas foi o defesa esquerdo na derrota em casa para a Taça de Portugal com o sporting (1-3), o que só tinha acontecido uma vez desde 1966, Rojas foi o defesa esquerdo, ou tentou ser, na tragédia de Vigo.

Fez na sua primeira época ao serviço do Clube, 30 jogos em todas as competições, o Benfica terminou em 4º.


É verdade que um jogador não faz uma equipa, mas também é verdade que á jogadores que ajudam mais que outros, e o que é certo é que Rojas estava em todas. Em 2000/01, só fez 12 jogos, entre eles o desastre no porto (0-4) para a Taça de Portugal, em noite chuvosa. O Benfica terminou em 6º.



De Rojas nunca se percebeu se era Defesa Esquerdo se era Direito, e se de facto era mesmo Defesa, tendo em conta os erros e a passividade com que encarava os jogos. A sua permanência na Luz ficará para sempre marcada pelas criticas de Mourinho após a derrota no Bessa (0-1) com golo aos 2 minutos "Na primeira jogada ofensiva do Boavista houve um cruzamento ao primeiro poste e golo. (...) que jogador é este, Rojas? Será que ele percebe português ou tenho de falar em espanhol para ele me entender? (...)". Depois disto Rojas só fez mais 7 jogos pelo Benfica, 5 com Mourinho.



Proveniente do Estudiantes, tinha já jogado também no Libertad do Paraguai, saiu do Benfica rumo ao consagrado River Plate, onde se impôs de certa forma e onde é ainda recordado por este golo, saiu para o Belgrano em 2006/07, tendo sido dispensado no fim dessa época. Esteve presente no Mundial 98 onde não fez qualquer jogo. Também esteve na Copa América 97.


domingo, novembro 11, 2007

1999/00 e 2002/03 - Nuno Santos - 2J -1G

A bem da verdade de Nuno Santos não se pode dizer que tenha sido algum dia “o Guarda Redes do Benfica” como tantos outros ao longo dos anos (de Pedro Roma a Paulo Santos) fez a sua carreira no Benfica entre a bancada e o banco de suplentes, e vice versa.

Teve, no entanto, no seu percurso na Luz participação a tempo inteiro numa das jornadas mais tristes da História do clube, era ele o Guarda Redes na derrota frente ao Gondomar.

Começou a dar nas vistas no Vitória de Setúbal onde se tornou apetecível para equipas estrangeiras nomeadamente o Leeds que o levou para Inglaterra no ano de 1998, não esteve muito tempo na Grã-bretanha (não fez um único jogo oficial), o Benfica achou por bem resgata-lo logo na época seguinte, para fazer de 3º Guarda-redes (apenas 8 jogos como suplente de Enke). Nesta época de estreia, Jupp Heynckes, deu-lhe uma única oportunidade contra o Torres Novas, num jogo da Taça de Portugal que mostrou a “qualidade” das segundas escolhas benfiquistas (Nuno Santos; Okunowo, José Soares, Sérgio Nunes e Rojas; Chano, Tahar (Porfírio 45’); Mawete (Marco Freitas 74’) e Luís Carlos; Cadete (Pepa 45’) e Tote), o Benfica venceu por 1-0, com golo do Flop Tote aos 81 minutos.

Foi dispensado no final da época, e emprestado ao Badajoz, onde ficou até Dezembro de 2000, passando então para o Santa Clara, jogou depois também por empréstimo no Beira-mar em 2001/02.

Depois fez o que poucos jogadores fizeram na história encarnada, regressou ao clube depois do empréstimo, para fazer parte do plantel 2002/03, e para fazer um único jogo com o Gondomar na vergonhosa derrota por 0-1. Dispensado em definitivo, passou para o Vitória de Setúbal, depois novamente Santa Clara. Em Julho de 2007 ingressou nos Americanos do Rochester Rhinos, uma equipa de uma liga privada Norte Americana, onde foi apresentado como um Guarda-Redes com mais de 200 Jogos na Liga Portuguesa e Inglesa e experiência em Jogos da Uefa pelo Benfica.

Mentir é feio senhores de Rochester.

quarta-feira, outubro 31, 2007

1999/01 - Sérgio Nunes - 28J 2G

O Benfica tinha nestas épocas de crise profunda um conceito muitíssimo interessante de contratações no mercado interno, enquanto outros acertavam em cheio em reais mais valias o Benfica insistia na contratação de jogadores que ao chegarem ao clube atingiam demasiado cedo o ponto mais alto da sua carreira, muitas vezes sem capacidade para competirem numa equipa com necessidade de ganhar sempre.

Sérgio Nunes é o típico caso de jogador que teria lugar em qualquer equipa que lutasse pelos lugares do meio da tabela, nunca numa equipa que lutava (lutaria?) por títulos.

Depois de uma primeira época onde Jupp Heynckes fez por render as desastrosas contratações que teve, Sérgio Nunes conseguiu ainda jogar em 17 partidas do campeonato português, algumas delas como Defesa Esquerdo (!?), acabando por desaparecer aos poucos da equipa. Na sua segunda época ao serviço do clube, apenas 3 jogos no campeonato, todos como suplente utilizado (Curiosamente entrou na jornada de abertura e também na última jornada, o Benfica não venceu nenhum dos dois).


Algumas qualidades haveria de ter Sérgio Nunes como Central, parece-me que não restam dúvidas que não tinha qualidade nenhuma como defesa esquerdo, lugar que o Alemão Heynckes lhe reservava.

Sem acusar as duas épocas na Luz, voltou ao circuito normal, de onde não deveria ter saído, ingressando no Santa Clara e depois no Desp. das Aves onde ainda se encontra. Antes de chegar ao Benfica passagens por Leixões, Desp. Aves e U. Leiria.

E caso estejam a perguntar-se, SIM, Sérgio Nunes também marcou um golo ao Benfica, precisamente no ano anterior á sua vinda para o clube, marcou o golo do empate do Leiria aos 89 minutos, num jogo que terminou 1-1.

terça-feira, outubro 16, 2007

1999/00 - "Tote" Jorge Lopez Marco - 11J 3G

E porque se fala agora de um tal Roberto Soldado de quem se diz maravilhas que teima em não confirmar de maneira nenhuma, vem-me á memória mais um dessas eternas promessas "Made in Real Madrid C". Por qualquer motivo, Jupp Heynckes, achou que Tote era o Ponta de Lança ideal para que o Benfica voltasse aos títulos que há muito fugiam. Não é difícil perceber o final triste da história, nem Tote foi alternativa a ninguém, nem o Benfica deixou boa imagem em nenhuma competição.

Tote, sejamos directos, não tinha nem nunca teve qualidade para jogar no Benfica, e isso rapidamente se percebeu, apenas 7 jogos no campeonato, 1 como titular, nenhum golo, apesar de um pequenino estado de graça em Janeiro de 2000, depois de marcar 2 golos ao Amora para a Taça de Portugal. Depois desapareceu, fez ainda dois jogos para a Taça Uefa, e seguiu recambiado para Madrid.

Apesar da fraca qualidade exibicional, não deixa de se considerar Benfiquista (e faz ele muito bem), e de afirmar que só não fez mais porque não lhe deram oportunidade para tal, o que também não deixa de ser verdade.

O que também é verdade, é que nunca em qualquer outro clube onde tenha jogado confirmou o dito potencial.
Passagens apagadas por Valladolid, Bétis, Málaga e Hércules onde ainda joga na 2ª Liga espanhola.

domingo, outubro 07, 2007

1999/00 - Marco Freitas - 4J 0G

Quando foi conhecida a decisão do Benfica em avançar para a contratação de Marco Freitas, na altura pedra fundamental do Vitória de Guimarães Europeu, pensou-se que o Benfica poderia ter acertado em cheio, finalmente, no mercado interno. Mas quando na época 1998/99, foi anunciado seu empréstimo imediato ao Alverca percebeu-se de imediato (qual terá sido o último jogador a ser emprestado pelo Benfica que tivesse regressado em grande...) que a sua carreira na Luz iria ser uma desilusão. E foi.

Completamente desligado, nunca se impôs de maneira nenhuma na equipa principal encarnada, e confirmou-se ser um daqueles jogadores que não tinha capacidade para manter a qualidade num clube de dimensão superior. Fez um único jogo para o campeonato, e como titular numa derrota precisamente em Alverca. Jogando ainda o jogo na Taça Uefa frente ao Celta de Vigo na 2ª mão da eliminatória maldita.

Nascido em Angola, chegou a ser forte possibilidade para integrar a selecção nacional Portuguesa, algo que acabou por nunca conseguir, optando anos mais tarde por representar a selecção Angolana. Regressou rapidamente ao Alverca (qualquer barrete Benfiquista que não acabasse no Alverca naquela altura é que era caso de estudo), onde ficou só na época de 2000/01.

Iniciou a carreira na Madeira, ao serviço do Machico e Nacional, até ingressar no Vitória de Guimarães, clube no qual viveu os melhores momentos da carreira, depois Alverca, Salgueiros, Felgueiras, Pontassolense regressando ainda ao Machico.
Ah, e está claro que o Marco Freitas não perdeu a oportunidade de marcar o seu golito ao Benfica ao serviço do Alverca, no ano em que estava emprestado pelos encarnados aos ribatejanos. Atente-se bem a quem o Marco Freitas está a dar a mão na apresentação do plantel 99/00 da equipa benfiquista...

sábado, setembro 29, 2007

1999/01 e 2002/04 - Carlos Bossio - 23J -28G

O que esperar da carreira de um jogador num determinado clube quando no seu primeiro jogo ao serviço do Clube tem, só, a responsabilidade de suceder no lugar ao Sr. Michel Preud'homme. Mais, o que fará á moral de um jogador ver o Belga em pouco mais de 5 minutos fazer, aos 40 anos, duas defesas enormes?

Bossio iniciou aí (Benfica 1 - 2 Bayern Munique) uma turbulenta campanha como jogador do Benfica, além de ser muito mal batido nos dois golos alemães, ficou depois a saber-se que existiam complicações referentes á sua transferência do Estudiantes (ficou impedido de jogar durante 6 meses), o que fez com que o quase desconhecido Enke sobressaísse e de que maneira terminando com as esperanças do Argentino em se impor na baliza encarnada. É claro que a qualidade do Guarda Redes das Pampas (Internacional pela Argentina) também não ajudava por aí além, mas estrear-se apenas em Janeiro de 2000, num jogo da Taça de Portugal com o Amora também não.
Nas 4 épocas de águia ao peito, nunca fez mais de 8 jogos para o campeonato, por época, tendo no entanto no curriculo uma Taça de Portugal, ganha no último ano de Camacho no Benfica.



Em tempos dificeis, Bossio conseguiu ainda assim ser treinado por 6 treinadores diferentes, Jupp Heynckes, José "30 Milhões de Especialidade" Mourinho, Toni, Jesualdo "Gondomar, Atlético e Fátima" Ferreira, Chalana e Camacho. Convenhamos que não há-se ser fácil convencer esta gente toda de que não tinha qualidade para jogar. Bossio conseguiu.



Antes de chegar á Luz, passagens por Belgrano e Estudiantes, depois um ano de empréstimo ao Vitória de Setubal, antes da saída definitiva para o Lanús, onde ainda se mantém. Esteve presente no Jogos Olimpicos de 1996 em Atlanta, ganhando a medalha de Prata, e onde defrontou Portugal (de Porfirio, Dani e Peixe, futuros clientes deste blog), empatando a 1-1, num jogo que só deu argentina e em que Nuno Gomes fez o golo português.

sábado, setembro 15, 2007

1999/01 - Cristian Uribe - 17J 4G

No inicio do ano 2000, chegava á Luz um guedelhudo com fama de bom marcador de livres e de grande esperança (tantas...) do futebol chileno e mundial, o inicio foi relativamente prometedor, e o mês de Janeiro foi bastante interessante com 6 jogos e 2 golos, um deles ao Sporting de livre directo na Luz para a Taça, na eliminação benfiquista da Taça de Portugal dessa época. Depois, confirmou-se o equivoco que foi a sua contratação, nunca se percebendo na realidade que posição ocupava no terreno de jogo (vinha rotulado de medio defensivo, mas chegou a actuar com Mourinho a lateral esquerdo). Todos os 4 golos que apontou ao serviço do clube foram de bola parada, três de penalti e um de livre directo.



De resto poucos são os que guardam saudades do primeiro chileno a vestir a camisola benfiquista, e que anos depois o Moreirense fez questão de resgatar para o futebol português.



Cristian Uribe, que actuou ao serviço da selecção chilena de Sub - 20, que disputou o Mundial no Qatar em 1995, e teve umas quantas internacionalizações pela selecção A, iniciou a carreira ao serviço do Huachipato, onde se destacou, passando depois pelo Colo-Colo, antes de chegar á Luz pela mão de Jupp Heynckes, depois regressou ao Huachipato, passando ainda por Portuguesa dos Desportos, Deportes Concepcion estando actualmente ao serviço do Everton do Chile.

quinta-feira, setembro 06, 2007

1999/00 - Samuel Okunowo - 12J 1G

Se há jogadores de futebol que se podem considerar flops, Samuel Gbenga Okunowo, deve fazer parte da categoria máxima desse tipo de jogadores (Pior só mesmo Winston Bogarde que nunca passou pelo Benfica, felizmente, mas foi o maior flop da história recente do futebol, tendo passado sem sucesso por clubes como Ajax, Milan, Barcelona e Chelsea).

Continua a ser surpreendente como conseguiu chegar ao plantel principal do Barcelona, e ao plantel principal do Benfica com menos de 20 anos.



Na verdade Okunowo (nome sugestivo para trocadilhos) só tem 28 anos, e arrasta-se pelos relvados mundiais, sendo mais impressionante se tivermos em conta que aos 20, era já internacional A pela Nigéria, com uma presença nos Jogos Olímpicos, e presença na Taça Africana das Nações.
O Benfica recebeu-o por empréstimo do Barcelona no inicio da época de 1999/00, era a principal esperança de Jupp Heynckes, para, finalmente, os adeptos esquecerem Veloso. Porém nem os adeptos esqueceram Veloso, nem Okunowo demorou muito a desaparecer da equipa principal do Benfica, depois da estreia a 20 de Setembro de 1999, num jogo em casa com o Setúbal, despediu-se em 19 de Dezembro do mesmo ano numa derrota em Guimarães.



Pelo meio, momento histórico, eu estava lá, quando a 4 de Outubro, num jogo em casa com o Estrela da Amadora, o simpático Nigeriano descaído para a esquerda e á entrada da área desfere um remate em arco e faz golo, muito festejado pelos adeptos. Foi a ultima vez que me lembro de Okunowo ter sido aplaudido na Luz. Depois a carreira de Okunowo prosseguiu em espiral descendente, passagens por Ionikos, Dinamo de Bucareste, Tirana da Albânia, Metalurh e Stal da Ucrânia.


Além dos clubes referidos, passagens mais ou menos rápidas (esteve á experiência) por Badajoz, Panionios, ADO den Haag, estando actualmente a prestar provas no Bryne da Noruega.