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quarta-feira, maio 02, 2007

1995/97 - Marinho - 45J 2G

De Marinho se pode dizer que foi o primeiro a sentir na pele que substituir Veloso não ia ser (e não foi) tarefa fácil. Depois de 6 anos no sporting, decidiu mudar de lado, e veio para o Benfica.

Passou perfeitamente despercebido de águia ao peito, isto embora tenha feito muitos jogos com a camisola encarnada, quase sempre a titular (o que olhando ás alternativas para a sua posição não era de facto dificil), sendo o seu momento de glória uma excelente exibição em Florença, contra a Fiorentina (vitória 1-0, golo de Edgar, e eliminação, na mesma, da Taça das Taças), compensada com muitas exibições mais ou menos para o fraquinho.

Conseguiu ser treinado no Benfica por 4 treinadores em 2 anos, "Rei" Artur, Mário Wilson, Autuori e Manel "Eu é que sou o Maior" José, jogando, a titular, com todos eles, o que também é facto digno de registo.



No Benfica marcou dois golos, este contra o Dragões Sandinenses (oportunidade de rever também a estreia de Valdir, que não é flop) e mais um contra a União de Leiria.

Depois do Benfica (onde conquistou ainda assim uma Taça de Portugal), passagens por Alverca, Campomaiorense e Estrela da Amadora onde terminou a carreira, depois de alguns interregnos.
Tem o nível II de treinador, e está neste momento e segundo o próprio num momento de indefinição.

sábado, abril 21, 2007

1995/97 - Paulão - 28J 3G

Mais uma daquelas contratações com etiqueta de "barraca anunciada", quando chegou ao Benfica, o clube tinha para a sua posição um tal de Vitor Paneira ainda em boas condições mas em conflito permanente com "Rei" Artur que o levou a ser dispensado (juntamente com Isaías).

Acontece que Vitor Paneira ainda deu cabo da vida ao Benfica ao serviço do Guimarães, e Paulão passou ao lado de uma "bonita" carreira.
A época que fez no Vitória de Setubal, antes de ingressar no Benfica indiciava tudo menos uma contratação de um Grande, não fosse, está claro, o inevitável golinho ao Benfica, que foi também o único que marcou ao serviço do Setúbal.


Nas duas épocas ao serviço do Clube, Paulão não passou da intermitência, poucas vezes titular, quase sempre como suplente utilizado, acabou por vencer a Taça de Portugal de 1996, tendo participado apenas em dois jogos ao longo da campanha.
Antes de chegar á Luz, passagens por 1º Maio, Vitória de Setubal, depois Académica, Sp. Espinho, Petro de Luanda, e ASA, onde terminou a carreira de jogador e iniciou a carreira de treinador nas camadas jovens do clube.


Ei-lo a pontapear a atmosfera no jogo de apresentação da época 1995/96, contra o Milan.

sábado, dezembro 23, 2006

1995/97 - Luíz Gustavo I - 14J 0G - Luis Gustavo II - 14J 2G

Voltando atrás algumas épocas vamos encontrar uma espécie de virus que afectou o plantel Benfiquista, e que não deixou quaisquer recordações, mas deixou algumas duvidas interessantes. Durante duas épocas o Benfica contou no seu plantel com dois Gustavos, melhor, contou com dois Luiz (com "Z" para não deixar dúvidas) Gustavos, e tanto um como outro não deixaram saudades, e a mim em particular não me deixaram nenhum tipo de recordação, com a agravante de vai não vai os confundir um com o outro. A verdade é que, confesso, não me lembro deles a jogar na Luz, recordo que lá estiveram, recordo-me sobretudo do pé esquerdo certeiro do segundo Gustavo no Marítimo, mas no Benfica não me lembro deles. Mas o facto de não me recordar deles não esconde o facto de ambos terem sido verdadeiramente um fiasco.
O primeiro, Luiz Gustavo da Silva de Avis, fez 14 jogos no campeonato, e saiu em Fevereiro de 96. Consta, que além do Belenenses, terá também passado pelo Sporting, o que não consigo confirmar. Foi Internacional Sub 20 pelo Brasil, jogou além dos já referidos em Portugal, no Cruzeiro, Internacional, Fluminense e União Barbarense, onde terminou carreira em 2001.

O segundo, Luís Gustavo Carvalho Soares, fez também 14 jogos com 2 golos. Saiu no mercado de Inverno, tal como o anterior. Deste tenho a lembrança de 5 épocas no Marítimo onde era eximio marcador de livres directos com o seu pé
esquerdo. No Brasil, jogou no Botafogo. Tanto um como outro, entraram e saíram sem deixar rasto, e sem deixar quaisquer saudades.

sexta-feira, setembro 22, 2006

1995/96 - Paredão - 12J 1G

Quando chegou juntamente com Marcelo, vinham do Tirsense, onde ao que parece eram craques, digo ao que parece porque os melhores desse Tirsense nem sequer fizeram grande coisa em Portugal casos de Giovanella e Christian. Marcelo apesar de fraquinho ainda fez (muita pouco) alguma coisa, já Paredão foi um desastre completo. A começar pelo nome, ninguém pode ser bom jogador de futebol e chamar-se Paredão, percebo que se queira dar ênfase ao facto do homem parecer uma parede, e realmente a sua qualidade tecnica assemelhava a uma parede em movimento. Teve o sucesso esperado, e foi lançado para Inglaterra, onde mudou de nome, passou a ser Emerson Thomé, e aparentemente o seu estilo trapalhão e de pontapé para a frente teve sucesso (eu diria que foi do nome), e conseguiu carreira assinalável com passagens por Sheffield Wed, Chelsea (na altura era só mais um clube), Sunderland, Bolton, Derby Country e Wigan. Parece que agora espalha o perfume do seu futebol pelo Japão no Visel Kobe.

segunda-feira, setembro 11, 2006

1994/96 - Paulo Pereira 20J 2G


A imagem que tenho da figura, em primeira análise á minha memória, é de um golo de penalti que nos marcou pelo Porto num empate a três nas antas, em que tentou a todo o custo irritar JVP dando pequenos murros na atmosfera a centimetros do ex-menino de ouro. O Benfica foi campeão.
No ano seguinte, já a meio da época, e depois da dispensa dos lados azuis, ingressou pela mão de Rei Artur no Benfica, confesso que só me lembro de o ver a marcar uns livres, e também uns penalties. Lembro-me de um golo ao Leiria, de Penalti, no Estádio da Luz, jogo a que assisti do Terceiro Anel e onde os jogadores nos pareciam todos pequenas formigas no relvado. Depois desapareceu sem deixar rasto, não tenho muitas informações sobre o que se seguiu na sua carreia e sobre o que fez depois de deixar o Benfica, fica a certeza de que foi mais um extraordinário "barrete" que passou pelo Clube.

terça-feira, agosto 29, 2006

1995/96 - King 1J 0G


Há quem tenha Eskilssons, há quem tenha N'Tsundas, nós temos o King, o pior jogador da história dos piores jogadores do Benfica. Passados 12 anos ainda ninguem conseguiu perceber exactamente o que se pretendia concretamente deste génio do futebol. No Farense e no Braga entretia-se a colocar pontualmente e com segurança as bolas para fora do estádio, no Benfica felizmente só fez meio jogo, já sob o comando de Mário Wilson. Depois de uma época desastrosa, com contratações a condizer, Artur Jorge achou que era altura de acabar com a brincadeira e contratar reforços a sério, além do Tronco já referido, vieram outras maravilhosas pérolas do bom futebol, como Paredão, Luiz Gustavo, Paulo Pereira etc...



Sobre King se pode dizer que veio emprestado pelo Farense (?) e que era absolutamente desastroso, Artur Jorge nunca o utilizou, e Mário Wilson só foi enganado meia parte. Foi mau de mais.
Hoje em dia lança o perfume e a força bruta do seu futebol pelos revaldos Gregos no Ionikos (isto se entretanto não foi corrido, o que era chato visto que o Artur Jorge foi despedido dos tipos da Arábia, e não o podia contratar).

Em Accção com o Real Madrid no Torneio Teresa Herrera em 1995, em que pela amostra devemos ter levado umas quantas batatas (derrota por 2-0 na Meia Final do Torneio)...